Balsa no Rio Piquiri enfrenta filas, incidentes e restrições na BR-272; rotas alternativas é a recomendação
Travessia entre Francisco Alves e Terra Roxa segue instável após interdição da ponte em 2025
A travessia de balsa sobre o Rio Piquiri, na BR-272, entre os municípios de Francisco Alves e Terra Roxa, com acesso também a Guaíra, segue enfrentando problemas operacionais, longas filas e episódios de tensão entre motoristas ao longo de 2026.
A estrutura foi implantada pelo Departamento Nacional de Infraestrutura de Transportes como solução temporária após a interdição total da ponte, ocorrida em novembro de 2025.
Neste sábado (02), o DNIT retomou parcialmente o serviço após novas cheias do rio.
No entanto, a operação ocorre com apenas uma embarcação e restrição para veículos leves, devido à elevação do nível da água.
Além da lentidão, usuários relatam insegurança e transtornos frequentes.
No início do ano, filas chegaram a ultrapassar três quilômetros, gerando discussões e até ameaças entre motoristas.
Em um dos casos, houve confusão por denúncias de “fura-fila”, resultando em uma situação de risco entre envolvidos.
Outro incidente foi registrado em janeiro, quando um caminhão ficou preso ao tentar desembarcar da balsa, interrompendo temporariamente a operação.
A logística da travessia segue comprometida pelas variações no nível do rio.
Em períodos de estiagem, a baixa profundidade dificulta a atracação. Já em momentos de chuva intensa, o aumento do volume de água impede a circulação segura, principalmente de veículos pesados.
Na tentativa de reduzir o tempo de espera, uma segunda balsa chegou a operar em abril, mas as atividades continuam sendo interrompidas com frequência devido às condições climáticas.
Como alternativa, o DNIT orienta motoristas a utilizarem desvio pelas rodovias PR-182 e PR-364, passando por Palotina.
Fonte:Portal Viola
Redação:Rudi Walker


















