Polícia Federal fiscaliza empresa suspeita de atuar irregularmente na segurança privada em Pato Bragado

Investigação apura oferta clandestina de serviços de vigilância para eventos e órgãos públicos da região

Polícia Federal fiscaliza empresa suspeita de atuar irregularmente na segurança privada em Pato Bragado

A Polícia Federal, por meio da Unidade de Controle e Fiscalização de Segurança Privada da delegacia de Guaíra, realizou na manhã desta quarta-feira (20) uma fiscalização em Pato Bragado para apurar a atuação irregular de uma empresa do setor de eventos.

Segundo a PF, a empresa estaria oferecendo serviços típicos de segurança privada sem a devida autorização legal, inclusive para eventos e órgãos públicos da região.

Durante a ação, os agentes identificaram e recolheram notas fiscais que apontam a prestação de serviços de “vigilância, segurança ou monitoramento de bens, pessoas e semoventes”.

Conforme divulgado pela Polícia Federal, em uma das notas fiscais analisadas o valor contratado por um órgão municipal da região chega a R$ 47 mil.

A fiscalização faz parte de uma série de ações que vêm sendo intensificadas pela PF junto às empresas de monitoramento eletrônico e segurança privada no oeste do Paraná.

O objetivo é combater a atuação clandestina no setor e garantir o cumprimento da legislação federal relacionada à segurança privada.

A Polícia Federal destacou ainda que as empresas de monitoramento eletrônico passaram a ser enquadradas nas novas regras previstas na Lei nº 14.967/2024.

Conforme a legislação, essas empresas terão prazo até setembro de 2027 para promover a regularização junto à PF, observando os requisitos legais e regulamentares exigidos.

A corporação também reforçou a orientação para que cidadãos, empresas e órgãos públicos contratem apenas empresas autorizadas e fiscalizadas pela Polícia Federal para prestação de serviços de segurança privada.

Segundo a PF, a contratação de serviços clandestinos pode colocar em risco a segurança da população e gerar responsabilização administrativa e legal tanto para a empresa prestadora quanto para o contratante.

Fonte: Rádio Difusora/Comunicação Social da Polícia Federal no Paraná

Fonto: PF

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