Atualização: Policial Militar suspeito de envolvimento com sequestro em Cascavel, teria trabalhado em Mercedes, Pato Bragado, Quatro Pontes, Marechal e Nova Santa Rosa
Caso envolve suposta cobrança ligada a mercadorias e é investigado pelas polícias Civil e Militar
A reportagem apurou novos detalhes sobre a prisão de um policial militar suspeito de participação em um sequestro relâmpago registrado na última semana em Cascavel.
De acordo com as informações levantadas, o caso é considerado complexo e pode ter novos desdobramentos.
O 19º Batalhão de Polícia Militar instaurou procedimento administrativo para apurar a conduta do agente.
O policial atuou na 2ª Companhia da Polícia Militar em Marechal Cândido Rondon e segundo informações ex-traoficiais, também teria trabalhado nos destacamentos de Mercedes, Pato Bragado, Quatro Pontes e Nova Santa Rosa, onde estava lotado recentemente.
Ele foi preso junto com outros dois suspeitos, um empresário e um advogado e acabou liberado após o pagamento de fiança no valor de R$ 3 mil.
Segundo o boletim de ocorrência, a vítima, um homem de 33 anos, relatou que foi abordada e colocada à força dentro de um veículo, sendo liberada pouco tempo depois nas proximidades da própria residência. Apesar da gravidade da situação, ele não sofreu ferimentos.
Uma testemunha teria presenciado a ação e acionado a Polícia Militar do Paraná, repassando as características do veículo utilizado. Com base nas informações, equipes localizaram o carro e efetuaram a prisão dos suspeitos.
A vítima afirmou ainda que foi ameaçada com uma arma de fogo durante a abordagem. Conforme o relato, a motivação do crime estaria relacionada a um desacordo envolvendo uma carga de mercadorias oriundas do Paraguai, avaliada em cerca de R$ 400 mil.
O homem disse que vinha sendo acusado de extraviar os produtos e que o suposto proprietário da carga teria contratado o policial para realizar a cobrança.
Em depoimento, o agente confirmou participação na abordagem, mas negou ter feito ameaças ou qualquer tipo de agressão.
A Polícia Civil do Paraná segue com as investigações e informou que não irá se manifestar neste momento.
Fonte: G1 e reportagem Rudi Walker
























